A saudita de 18 anos que fugiu da família e ficou retida no aeroporto
de Bangcoc, na Tailândia, conseguiu asilo na Austrália. A informação foi
confirmada pelo chefe de polícia de imigração tailandesa nesta
sexta-feira (11) à rede americana CNN, mas o governo australiano não se
pronunciou sobre o assunto.
"A Austrália concedeu-lhe asilo, mas estamos esperando para saber para
onde exatamente ela está indo", afirmou o chefe de polícia de imigração
da Tailândia, Surachate Hakparn.
Ainda segundo Hakparn, o Canadá também ofereceu asilo à Rahaf Mohammed al-Qunun, mas eles aguardam a decisão dela.
A jovem teme ser morta por sua família,
porque renunciou ao Islã. Rahaf estava de férias com familiares no
Kuwait quando fugiu. Após ter o seu passaporte retido durante sua
passagem por Bangcoc, ela se trancou em um quarto de hotel de trânsito
no aeroporto e se recusou a embarcar de volta ao Kuwait. Após fazer um
apelo pelas redes sociais, a jovem saudita ganhou o status de refugiada pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Mulheres na Arábia Saudita
A Arábia Saudita
impõe uma série de restrições às mulheres, que vivem sob o "sistema de
tutela masculina", em que o pai, irmão, marido ou filho têm autoridade
para tomar decisões importantes em nome delas.
A mulher saudita precisa obter aprovação de um parente do sexo
masculino para solicitar passaporte, viajar para fora do país, estudar
no exterior com uma bolsa do governo, se casar, deixar a prisão ou até
mesmo sair de um abrigo para vítimas de abuso.
Recentemente, o reino conservador fez algumas concessões ao liberar a
prática de esportes para meninas em escolas públicas, permitir que
mulheres assistissem a jogos de futebol nos estádios ou suspender a lei que impedia as mulheres de dirigir.
No entanto, o sistema de tutela masculina, segundo os especialistas, é o
principal obstáculo à participação das mulheres na sociedade e na
economia.
Mulheres na Arábia Saudita
A Arábia Saudita
impõe uma série de restrições às mulheres, que vivem sob o "sistema de
tutela masculina", em que o pai, irmão, marido ou filho têm autoridade
para tomar decisões importantes em nome delas.
A mulher saudita precisa obter aprovação de um parente do sexo
masculino para solicitar passaporte, viajar para fora do país, estudar
no exterior com uma bolsa do governo, se casar, deixar a prisão ou até
mesmo sair de um abrigo para vítimas de abuso.
Recentemente, o reino conservador fez algumas concessões ao liberar a
prática de esportes para meninas em escolas públicas, permitir que
mulheres assistissem a jogos de futebol nos estádios ou suspender a lei que impedia as mulheres de dirigir.
No entanto, o sistema de tutela masculina, segundo os especialistas, é o
principal obstáculo à participação das mulheres na sociedade e na
economia.
Mulheres na Arábia Saudita
A Arábia Saudita
impõe uma série de restrições às mulheres, que vivem sob o "sistema de
tutela masculina", em que o pai, irmão, marido ou filho têm autoridade
para tomar decisões importantes em nome delas.
A mulher saudita precisa obter aprovação de um parente do sexo
masculino para solicitar passaporte, viajar para fora do país, estudar
no exterior com uma bolsa do governo, se casar, deixar a prisão ou até
mesmo sair de um abrigo para vítimas de abuso.
Recentemente, o reino conservador fez algumas concessões ao liberar a
prática de esportes para meninas em escolas públicas, permitir que
mulheres assistissem a jogos de futebol nos estádios ou suspender a lei que impedia as mulheres de dirigir.
No entanto, o sistema de tutela masculina, segundo os especialistas, é o
principal obstáculo à participação das mulheres na sociedade e na
economia.

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