Belchior, cantor morto há dois anos, é tema de três documentários
póstumos — Foto: Reprodução / Capa do álbum 'Coração selvagem', de 1977
A saga artística e existencial do cantor e compositor cearense Antonio
Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 30 de abril de 2017) vai ser
posta em foco quase simultaneamente em três filmes.
Produção da Clariô Filmes, Belchior – Amar e mudar as coisas
será realizado para o canal Curta! com direção de Natália Dias e
codireção de Camilo Cavalcanti. Ambos assinam o argumento do telefilme.
Já o roteiro e a montagem ficarão a cargo de Paulo Henrique Fontenelle,
diretor de excelentes documentários sobre Arnaldo Baptista e Cássia
Eller (1962 – 2001).
Com título que embute verso da música-título do segundo álbum do cantor, Alucinação (1976), o telefilme Belchior – Amar e mudar as coisas se junta a outros dois documentários já idealizados sobre o artista, ambos em processo de produção.
Pensado para ser exibido nos cinemas, Belchior – Coração selvagem
tem direção e roteiro de Marcus Fernando, sendo que Eduardo Ades também
assina o roteiro. A intenção de Fernando é documentar a vida e a obra
do artista pela lente poética do cancioneiro autoral do compositor.
Já o terceiro documentário, produção da Pé de Coelho Filmes, foca
Belchior sobretudo no voluntário exílio no sul do Brasil, mais
precisamente na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul (RS), onde o cantor
saiu de cena em abril de 2017, aos 70 anos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário