O
Ceará vacinou 87,1% da população prioritária na Campanha Nacional de
Vacinação contra a gripe. A meta, de acordo com orientação o Ministério
da Saúde, é vacinar 90% do grupo prioritário, que soma 1.903.955
pessoas. Até a tarde dessa quarta-feira (30), 1.658.433 pessoas haviam
sido vacinadas em todo o Estado. Em termos percentuais, o Ceará é o
segundo estado com maior cobertura de vacinação.
Entre
os grupos prioritários, quatro já superaram a meta: professores
(111,36%), trabalhadores da área de saúde (106,86%), puérperas (98,9%) e
indígenas (91,92%). No Ceará, o grupo com menor índice de vacinação
foram as crianças, entre seis meses e cinco anos, com cobertura de
76,56%.
“A
gente faz um apelo aos pais para que aproveitem a prorrogação da
campanha e levem os bebês para ser imunizados. Nesta idade, a gripe pode
trazer consequências graves e até levar à morte”, alerta Ana Vilma
Leite Braga, coordenadora de imunização da Secretaria de Saúde do
Estado. Entre as gestantes, a cobertura está em 78,47%.
Dos
184 municípios do Ceará, 105 alcançaram a cobertura de 90% do total dos
grupos prioritários. Isso, entretanto, não significa que a cobertura
vacinal foi atingida em todos os grupos. “Em alguns, a cobertura foi
superada e, em outros, ainda não foi atingida”, explica Ana Vilma. Já em
45 municípios a meta foi alcançada em todos os grupos. Em 75 cidades, a
cobertura está entre 70% e 90% e , em apenas três, abaixo de 70%.
Em
todo o estado, para alcançar a meta mínima estabelecida pelo Ministério
da Saúde para os grupos prioritários, deverão se vacinar 1.903.955
pessoas dos grupos prioritários – 572.271 crianças, 159.438
trabalhadores da saúde, 94.584 gestantes, 15.550 puérperas, 25.977
indígenas, 924.727 idosos, 111.408 professores.
O
Ministério da Saúde reforça a importância de os estados e municípios
continuarem a vacinar os grupos prioritários, em especial, crianças,
gestantes, idosos e pessoas com comorbidades, público com maior risco de
complicações para a doença.
A
escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização
Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos
epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções
respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São
priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças
respiratórias.
Com informação do G1
Fonte: Ceará Agora.
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